2 de mar. de 2012

Puff de revistas



Vi isso numa revista ou num site, não me lembro ao certo, e decidi experimentar. Saiu esse lindo puff de revistas Vogue (arraso!). O material  e modo de fazer estão abaixo:

Material
_Revistas diversas (de preferencia do mesmo tamanho, usei as da minha coleção da Vogue)
_2 cintos de couro da sua cor predileta (achei na Renner, no setor masculino, por R$ 22 cada)
_1 mini deck (este eu encontrei na Leroy Merlin, em promoção por R$ 25,90)

É só juntar tudo, empilhar as revistas sobre o mini deck e passar os cintos. O que eu vi na revista era com os cintos um ao lado do outro, mas eu achei mais bonito faze-los cruzádos. Resultado de design por uma pechincha e uma ótima maneira de guardar a sua coleção de revistas! Você também pode colocar uma pequena almofada de futton por cima de tudo. Fica um pouco mais confortável.

1 de mar. de 2012

Dia Internacional da Mulher

Se você tem uma empresa, ou trabalha numa empresa cheia de mulheres, que tal um mimo no Mês Internacional da Mulher? Uma super aula de cuidados com a pele e maquiagem e, quem sabe, um presentinho especial. Fale comigo, tenho uma boa proposta para você fazer as suas funcionárias ainda mais felizes!!!

andreapavlovitsch@gmail.com


29 de fev. de 2012

Bendita tristeza

Hoje estou triste. Não sei, acordei assim. De vez em quando eu acordo assim, passo o dia todo, vou curtindo uma tristeza profunda e, muitas vezes, desmotivada. Não sei se porque fiquei adoentada de novo(ou será o contrário?), se pelas coisas chatas e desagradáveis que andaram acontecendo comigo, mas o fato é que eu não rechaço a tristeza. Eu a acolho.
No mundo atual todo mundo tem que ser feliz. São 24 horas de felicidade, senão você tem algum problema. Não é um problema, é uma condição humana e tem a sua serventia. Como saber que algo anda meio errado na sua vida, se você nunca fica triste? Como saber se uma pessoas foi especial, se você não fica triste quando ela vai embora? Como saber o que é estar alegre, se você nunca fica triste?
O ser humano aprende por contraste. O bem e o mal, o bom e o ruim, o confortável e o desconfortável. Só vamos ao médico se estivermos com dor. Se vamos procurar um psicólogo quando sentimos uma dor na alma, uma angústia, sei lá, e é aí que nós descobrimos o que realmente precisávamos descobrir.
A tristeza é uma amiga que nunca passa muito tempo. Porque se ela ficar demais, é porque também tem algo errado. A tristeza vem para ser sentida, para ser conscientizada. Ela precisa do espaço, do seu espaço. Deixar-se triste de vez em quando não é ruim. Pelo contrário, é absolutamente saudável.
E como pessoas tristes só escrevem bem canções de amor...vou ficar por aqui hoje..deixando uma canção triste de amor para você...


24 de fev. de 2012

A Dama de Ferro

Esta semana eu fui ao cinema, assistir "A Dama de Ferro". Duas vezes. E tenho certeza de que vou querer o DVD quando sair. Trata-se de um filme indicado ao Oscar (até onde eu sei, pelo menos pra melhor atriz) e que conta a história de vida de Margareth Thatcher, uma das mulheres mais poderosas do século XX, com toda a certeza. O filme mostra uma M., como seu marido a chama no fillme, velhinha, doente e que costuma falar com suas alucinações e se lembrar do passado o tempo todo. E mostra como uma mulher conseguir mudar a mentalidade de toda uma geração.
Eu não sou crítica de cinema. E não sou crítica política. Mas tenho dois olhos e duas orelhas e vejo o que tem por aí. E analiso muito as pessoas, haja visto a minha profissão. E sei que uma nação se faz pelo seu povo. Não são as riquezas naturais, não é o carnaval e o samba, é o caráter das pessoas. A autoestima, a autoconfiança e é isso que eu aprendi demais no filme.

Ela diz muitas frases de efeito. Defende seu povo com garras de leõa e, muitas vezes, não foi compreendida por isso. Acabou deposta (será que é este o termo?), mas só depois de transformar um país numa das maiores potências mundiais. E tudo isso num pós-guerra decisivo.
O que mais me impressionou foi justamente o título: Dama de Ferro. Ela recebeu este apelido por ser implacável com tudo. Uma verdadeira lição do que eu chamo, e no filme também aparece, de firmeza. A firmeza é quando nos garantimos. É quando conseguimos defender uma ideia na qual acreditamos e não, não estamos nos importando se os outros gostam ou não disso. Isso aconteceu na carreira dela muitas vezes e na vida pessoal. Ela foi a primeira mulher a ser importante na política mundial ocidental. Ela entrava em gabinetes lotados de homens que diziam um sonoro "não" a cada uma de suas ideias. No final, ela conseguir provar todas, uma por uma, mantendo justamente a sua firmeza.
Enquanto a Inglaterra se matava lá fora, ela era firme. Foi firme quanto ao tributos pagos pelos ingleses. Pobres e ricos, segundo ela, precisam pagar tributos com a mesma porcentagem se quiserem usufruir das regalias de ser inglês. As pessoas foram para as ruas, indignadas, procurando uma mãe amorosa que os acolhesse. Ela mandou que eles levantassem e trabalhassem, se quisessem alguma coisa. Uma mulher completamente admirável.

É difícil vermos isso aqui no Brasil. Uma política decidamente paternalista, cuidando das pessoas como criancinhas, como pessoas que não são capazes de cuidar de si mesmas. Sempre dando e nunca exigindo nada. Bolsa-salário, bolsa-maternidade, bolsa-leite e mães e pais colocam mais dois ou três filhos no mundo pra garantir a aposentadoria barata e boa. E ainda tem as reclamações. Muitas reclamações. Reclamam porque foram morar num lugar apelidado de "Jardim Pantanal" e lá tem enchente! Não é incrível? Por que será? Vão pra TV reclamar, chorar que perderam tudo. Mas nada fazem para sair daquela situação. Quando o governo tenta desocupar um terreno invadido, as pessoas depredam ônibus, matam e morrem, para não sair de lá. Ninguém vai pra rua, depredar ônibus, quando um político safado rouba. Mas para garantir que aquilo que fizeram de errado permaneça, aí sim. E isso não é a política, o governo. É a mentalidade. É como as pessoas pensam que a vida deveria ser ( e sim, isso inclue a mentalidade dos políticos muitas vezes). Um pai e uma mãe amorosa (governo), que dá tudo e não exige nada. Que paga suas contas, seus impostos. No fillme, M. fala, em determinado momento, que quando não se paga nada, não se dá valor ao que se tem. Quando não sepaga um imposto, não interessa onde colocará seu lixo, é isso mesmo! Para que uma pessoa que não paga o lixeiro, o gari, e tudo mais, vai se preocupar, se tem um trouxa lá pra pegar o lixo deles, a sujeira deles? Para que se eu sou um bebê sendo cuidado? O que fazem os bebês? Caquinhas que os adultos limpam! E assim se criou uma geração de brasileiros-bebês, preocupados em balançar a bunda num carnaval que para o país por 2 meses, que gasta mais de 2 BILHÕES em verbas que poderiam estar alimentando crianças carentes ou dando escola e oportunidade para elas, mas que só faz medidas populistas para ganhar as próximas eleições, manter-se no poder e continuar mamando. Porque também são bebês chorões alimentados pela grande mãe, pátria amada, Brasil.
Enquanto essa mentalidade não mudar, não muda nada. E cabe a cada um de nós, eu, você, seu vizinho, mudar um pouco em si e conseguir seguir uma consciência do todo melhor. Não adianta só criticar, é preciso fazer algo de dentro para fora. O que adianta eu criticar e, na primeira oportunidade, pendurar minhas chuteiras numa aposentadoria falsa do INSS? O que adianta eu criticar e mandar meu lixo pela janela? Ou reclamar quando chega a conta de luz, uma luz que eu usei, muito bem usada!
Assistir o filme abriu para mim um mundo de possibilidades. De que devemos ser firmes conosco, nos tratarmos com carinho e respeito, mas saber que fazemos parte de um todo, que precisa da nossa ajuda. Não só pintar a cara para aparecer na TV, mas tirar as máscaras para ajudar a fazer um país no qual, de fato, as injustiças sociais sejam eliminadas. Injustiças? Não sei, este é tema para outro artigo.


23 de fev. de 2012

Lego + Moleskines

Eu não escrevi este post. Só estou repassando uma coisa legal que vi no Petiscos.com . Trata-se de um moleskine com o tema do Lego! Eles são muito fofos e podem ser comprados no site da Moleskine. Pelo que estava escrito no Petiscos, eles entregam sim no Brasil! OBA!!!

20 de fev. de 2012

Sim, eu aceito!



O dia está esquisito. As energias, bem estranhas. O meu cunhado mandou uma mensagem dizendo que a minha irmã está no hospital e suspeitam de gripe suína. Mas não ligou, só mandou uma mensagem.
Eu acordei as quatro e pouco da manhã sentindo uma pressão na cabeça, uma coisa estranha, um medo. Hoje notei que a minha barriga está cheia de manchinhas, como aquelas vermelhas que depois viram sardas. Estranho.
Fico pensando, com o meu poder de ser impressionada pelas coisas, na moça que morreu com meningite hemorrágica, uma história que eu ouvi na semana passada. Ela deu entrada no hospital num dia, 36 anos, grávida, e no outro já tinha ido embora. Quando o Universo quer nos levar ele dá um jeito. E aí não tem nada que possamos fazer.
Acredito que é isso que eu preciso aprender. Aprender a me soltar para a vida e para as possibilidades. Incluindo a possibilidade da morte e da perda. A minha morte, a morte dos outros e como outros reagiriam à minha. Eu nunca pensei nisso porque tinha medo. Medo de que as palavras ou os meus pensamentos atraíssem alguma coisa ruim, como se eu sozinha tivesse este poder.
Este poder é de Deus. E não existe mal. Só existe o bem. Lendo o livro “Emagrecendo pelo poder do espírito” eu entendi algumas coisas. Lá ela diz que pessoas que engordam não aceitam o mundo como ele é. E eu sei que estou assim. Não aceitando o que parece mal. Não aceitando manchas fortuitas no corpo, irmãs doentes, problemas de qualquer ordem.
Eu quero viver em paz. Paz aqui dentro. E se para isso eu precisar me desapegar de verdade das pessoas e aprender a amar por amar, eu vou fazer. Não amar por querer todo mundo perto e nem pensar que eu posso proteger as pessoas de algum sofrimento.
Eu não posso. Eu não tenho este poder. Estou aceitando a minha impotência em não conseguir resolver certos tipos de problemas. Nunca aceitei a morte. Nunca aceitei a morte da minha avó, aos 14 anos de idade. Nunca aceitei ter saído de São José dos Campos e deixado lá todos os meus amigos. Nunca aceitei que eu mesma, um dia, vou morrer. Eu vou morrer. Repetir isso é estranho. Muito estranho. Um fim em mim. Um dia, o Universo virá e vai falar “Olha, preciso te levar embora”. E eu vou. Porque parei de não aceitar alguma coisa. Eu aceito. Aceito tudo. Nada de críticas, nada de criticar as pessoas do apartamento de baixo que falam alto demais. Nada de criticar motoristas imprudentes.
Minha lição hoje será: eu aceito. E tudo o que vir na rua, no mundo, em mim eu vou repetir esta frase. Vou me deixar levar, vou entrar no fluxo da vida e parar de brigar com ela. A vida sempre ganha mesmo, não é? O que me adianta brigar com ela? Quanta bobagem...quanta pretensão! Sim, a palavra é esta, eu estava pretensiosa. Achando que eu poderia controlar o mundo, as pessoas, a morte, os motoristas, a chuva, o sol, Deus! Quanta pretensão. Eu sou maravilhosa, mas sou um cisco (necessário) no Universo das coisas. Eu vim para cá para somar, para ajudar.
Sempre me disseram isso e eu não tinha entendido. Eu só vim ajudar. Mas para isso, antes, eu preciso aceitar. E aceitar vai fazer com que eu não me impressione mais com nada. Nada nesta vida. Só preciso de tempo, descanso e aceitação.
Aceitar a vida. Aceitar que estou num plano de coisas onde existe sim dor e sofrimento. Onde existem assaltos, onde existe afogamento, tsunamis, conta bancária vermelha, gente drogada, mortes no transito, Jornal Nacional e Faustão.
Mas também, e é nesta faixa que eu vou me conectar, existe praia e sol. Montanhas verdinhas, café quente, suco de melancia, chocolate. Existem lojas com coisas lindas, camas confortáveis, cheiro de grama cortada. Existem lembranças de avós e avôs na praia, passeando pelo jardim. Existem esmaltes de cores divinas e alegres. Existe amor, beijos intermináveis, saudade boa de quem está longe. Amigos, risadas até as altas horas da madrugada. Aquela sensação boa de tomar uma boa taça de vinho branco. Frescor. Refresco, brisa num dia quente. Uma sensação de energia e bem estar depois de fazer 30 minutos de esteira. Sucesso. Metas alcançadas. Amor de mãe e de pai. Almoço de família, bebês fofos. Um sobrinho esboçado, canetinhas coloridas e a Barbie. Existe dormir até as 11 num domingo preguiçoso. Existe descansar os pés depois de uma longa caminhada. Pão feito em casa e pão de queijo assado em casa com café fresquinho e leite.
Existe roupa pequena que agora serve. Existe acordar com o seu amor do lado, ou com seus filhos puxando as cobertas. Existem festas de aniversário, Natal, Réveillon. Viagens, conhecer lugares novos. Paris, Nova York, Índia, Tókio. Comida japonesa de rodízio. Pastel de feira. Flores, muitas e muitas flores. Ver seu vaso de morango brotando...
Existem tantas e tantas maravilhas. Tanta coisa boa que a lista seria interminável. Esta é a minha lista das coisas que eu aceito.  


Fev/2008

17 de fev. de 2012

Rebeldes sem causa




Cena do filme "300"
Minha mãe foi assaltada na semana passada. Assalto mesmo, deste com arma na cabeça e promessas de morte precoce. Não vou entrar no mérito da questão, estão todos bem, e os bens materiais vão e voltam, graças à lei suprema do Universo. Mas uma coisa que eu notei nela, e já tinha notado em mim quando passei por situação semelhante, foi a revolta.
Parece que estamos vivendo uma geração de revolta. Uma revolta sem nome, sem destino certo, sem opinião formada. Na geração dos anos 1968, as pessoas tinham a ditadura, o governo. Nas grandes revoluções sempre existem as figuras de poder, contra as quais as pessoas se revoltam. A revolta permeia o ser humano há séculos.
Na porta do julgamento de Lindenberg Alves (aquele que matou a namorada Eloá em Santo André), centenas de pessoas se aglomeraram com cartazes, gritando “Justiça”. Algumas sabiam o que estavam fazendo lá, outras não, atraídas tão somente pela curiosidade e pela mídia. As pessoas estavam lá, revoltadas na porta do fórum, esperando a justiça.
É interessante que todo o senso de justiça humana é assim. Quando somos pequenos e nosso coleguinha rouba o nosso sorvete no recreio, nos sentimos injustiçados. Contamos pra professora que logo toma as nossas dores e faz justiça. Devolve o nosso sorvete querido e dá uma bronca no malvado. E passamos a vida assim, como crianças mimadas, esperando nosso sorvete de volta.
Só que na vida adulta não tem a professora para fazer justiça. Roubam o nosso sorvete, roubam o nosso marido, roubam a nossa juventude, nosso dinheiro com taxas no banco, as coisas que lutamos para conquistar. E tudo isso vai gerando uma revolta silenciosa, que vai fermentando dentro de nós. Fermenta anos, anos a fio. E um dia você toma uma fechada no trânsito e toda, toda a sua revolta de anos vem à toa! “Quem ele pensa que é para nos fechar daquela maneira? Isso não é justo. Não é justo!” Esbravejamos.
E lá estamos nós presos na revolta. Falei do assalto, mas isso acontece em níveis muito mais sutis, todo o tempo. Temos ainda a mágoa de não sermos o filho predileto. A revolta daquele nosso primeiro namorado não ter sido tão apaixonado assim pela gente e ter ficado com a nossa melhor amiga. A revolta por aquele colega de trabalho que dormiu com o chefe e levou uma vaga que estávamos pleiteando há anos. Se você ligar a TV é só isso que tem. A palavra revolta virou uma “coisa boa” de se sentir. “Temos que nós indignar para fazer alguma coisa sim”...e, logo em seguida vem o “se você for assaltado, não reaja”. Como isso? Que diabos de mensagens dúbias e falsas são estas? Por que preciso me revoltar?
A revolta vem quando acreditamos no mal. Acreditamos na vingança. Acreditamos que Deus, lá em cima, sentado numa nuvem vai fazer algumas coisa. Acreditamos que nossos filhos serão sempre nossos, porque Deus vai proteger. Acreditamos que nada vai acontecer de ruim porque Deus está olhando. E quando acontece nos revoltamos com Deus!
É um mecanismo torpe, que perde logo de cara. Não tem jeito de você ganhar nada com a revolta. Nunca vi alguém que foi resolver qualquer coisa (desde um probleminha no banco até um caso gravíssimo) com revolta e tivesse saído de lá vitorioso. Você já viu? Já vi gente se vingar e achar que isso foi resolver. Mas resolver mesmo, de verdade, nunca vi.
E como a gente faz para não entrar nessa energia? Primeiro resolvendo as crenças do que é justo ou injusto no mundo. Não existe a injustiça. Nem a divina e nem a humana. O que existe é um conjunto de fatores de nossa inteira responsabilidade que nos faz entrar ou não nas coisas, naquela determinada energia. O que existe é um fluir da vida no sentido em que ela achar melhor e sim, muitas vezes, a você basta aceitar. Aceitar que nem todas as pessoas levarão a vida como você quer que elas levem. Que elas podem se perder no meio do caminho, serem atropeladas pela vida. Podem se perder em drogas, em amizades ruins, podem não te querer mais por perto.
Parar de achar que você é quem controla as coisas, você só controla a sua própria energia. Se você se mantiver no bem (e por bem, não entendam fazer caridade, mas cuidar de si mesmo) você atrairá o bem. E o contrário também é verdadeiro. Sim, as “injustiças” do mundo continuarão acontecendo e você só poderá fazer o que for possível, quando possível. Porque o mundo é muito grande e muito antigo para você achar que pode tudo.  Quando as coisas ruins e injustas acontecerem olhe para elas com carinho. Perceba que parte de você atraiu aquela situação (um assalto, uma taxa cobrada a mais, um cliente mal educado), perceba o que você precisa mudar em si para que as situações ao seu redor mudem.
Sim, existem vários mundos dentro de um só. Existem pessoas que são assaltadas a cada 20 minutos e outras que nunca foram! Por que será? Sorte? Destino? Você não acha que está na hora de parar de agir como o menininho no playground e crescer de verdade? Aceitar a realidade, aceitar o planeta no qual você reencarnou? Estamos numa encarnação de tentativas e erros. Sim, vamos errar, e os outros vão errar conosco. Mas ainda assim, é só e tudo aprendizado. Nada é real. Você não é bobo e nem o espertão que pensa. Você é só você! E isso já é muito, muito trabalho!

14 de fev. de 2012

Cabelo

Arizona Muse

Arizona Muse
Adoro cabelos curtos. Então, quando eu vi esse corte meio anos 30 da Arizona Muse para um editorial de moda, foi dada a sentença: será meu próximo corte. Agora só preciso esperar crescer um pouco os cabelos, para ter esse efeito de ondinhas embaixo. Muito, muito fofo!

13 de fev. de 2012

Adele no Grammy 2012

Ela é linda, plus e, Jesus, como canta! Por isso e por outros bons motivos que a cantora Adele ganhou o mundo. E o momento presente parece ser o mais importante de sua carreira, já que acaba de faturar, na noite de ontem, mais seis prêmios Grammy para a sua coleção! E como não poderia deixar de ser, arrasou na produção de cabelo, make a os eternos e vintage vestidos pretos que já viraram sua marca registrada. E, confesso, depois dela, ganharam também o meu guarda-roupas! Para completar o sucesso ela é capa da Vogue americana de março, bem mais magra. Parece que ela fez uma cirurgia nas cordas vocais e este pode ser o motivo da magreza. De qualquer maneira, que bom que ela está mais magra, se isso a está deixando feliz mas, definivitamente, não foi só isso que a deixou tão linda. O make e o cabelão mais loiro, arrasaram Paris!



Capa da Vogue América de março: Photoshop felling?

Vestido com detalhes de renda, olhos esfumados de dourado e boca nude.

Ela chegou assim, com o make dourado e batom vermelho escandalo

Mais um detalhe do make