1 de jul. de 2011

Beauty Candies

Eu amo essas balas e agora lançaram a versão com 12 unidades, pra levar na bolsa. É bala e ainda cuida da sua beleza! Perfeitas e viciantes!

Beauty Candies
Se você não curtiu as bebidas, que tal tentar uma bala? Feitas a base de colágeno elas possuem nutrientes e vitaminas. Tem zero gordura, conservantes e sódio. As balas têm formato de ‘mini ursos’ e, por apresentar zero açúcar, podem ser consumidas no intervalo das refeições, como um cuidado adicional à beleza.

São quatro sabores, confira alguns dos benefícios prometidos pelos ingredientes de cada uma delas:

Cosméticos em forma de bebida e bala

Sabor laranja & colágeno - promove sensação de saciedade e evita a perda de água pela transpiração. Além disso, auxilia na saúde da pele e dos cabelos. Melhora ainda a textura da pele.

Sabor framboesa & colágeno - promove sensação de saciedade. Protege a pele e os cabelos de agressões externas, além de prevenir contra os danos causados pela exposição ao sol. Aumenta a resistência do corpo a infecções.

Sabor limão & colágeno - ajuda na estruturação dos tecidos como pele, ossos e cartilagens dando resistência e elasticidade. Promove sensação de saciedade. Auxilia visão, saúde dos ossos, pele, cabelos e sistema imunológico.

Sabor morango & colágeno - Protege contra os danos causados pelos radicais livres e protege a pele contra a ação do tempo. Cuida ainda dos cabelos, além de prevenir contra os danos causados pela exposição ao sol.

As beauty candy vêm em embalagens de 150 gramas, com média de 80 balas por pacote, e são vendidas ao preço médio de R$ 25.

Se toca!


Eu estava aqui pensando numa coisa que andou acontecendo nos últimos dias. Eu faço um curso às terças-feiras, e parte deste curso é fazer um bom relaxamento, entrar em contato com seu eu profundo e tudo mais. E nos três últimos encontros, quando o dirigente começa a fazer o tal relaxamento, o celular de alguém próximo toca. Aquele silêncio, e a pessoa com aquele barulhão de celular. Na última vez era um rádio (ai que ódio destes rádios) e a pessoa do outro lado da linha chegou a falar um palavrão "&$%¨$ atende essa m*".
O mais interessante é que são pessoas completamente diferentes, celulares diferentes, de diferentes pontos da sala (já que eu mudei muito de lugar nos últimos encontros), mas mesmo assim isso continua acontecendo. E como eu não sou boba, nem nada, já percebi que tinha caroço no angú.
Aqui em casa, a mesma coisa. Há meses uma obra gigantesca está tirando o sossego de todo mundo da vizinhança. São caminhões e mais caminhões, bate-bate, motoserra, das 7 da manhã às 7 da noite, todos os dias, incluindo os feriados. Todos os dias, a partir das 7 da manhã, acabou o sossego. Ainda mais quando é sábado, ou um feriado, e você só quer dormir mais um pouco. Nada disso: acorda Andrea. Ontem então, como já aconteceram algumas vezes, parou o sindicato com um auto-falante digno de show da Lady Gaga, dizendo que o café da manhã dos funcionários não estava bom e acordando até o nono quarteirão a partir daqui. Mais incomodo. Por que será?
Quando alguma coisa acontece demais fora de você, é porque já está acontecendo lá dentro. Então me pus à pensar no que poderia estar me incomodando tanto e que eu não estava ciente.
Estar ciente é saber que existe. Quantas vezes, depois de descobrirmos alguma coisa sobre nós mesmos ou sobre o outros, nos dizemos "é, tudo faz sentido agora, eu já sabia disso de alguma maneira". É aquilo que está na porta do inconsciente, prontinho pra sair, mas que é difícil. Ou porque não estamos a fim de olhar aquilo lá, ou porque, geralmente é essa, estamos muito apegados.
Apego é uma das grandes doenças da humanidade. Apegar-se ao velho, ao morto, às coisas que até foram sim, muito boas no passado. No passado. Apego é um convite de porta aberta à se ferrar. Tomar um tombão do cavalo e se estatelar lá embaixo de cara na lama. É uma grande porcaria.
E ao que eu poderia estar me apegando? Sim, à situações do passado. A coisas que eu jurei, de pés juntos, que nunca iriam ser diferentes. Mas, poxa, se eu sou essa metamorfose ambulante, se eu mudo o tempo todo, como eu queria que as coisas fossem as mesmas? Estou falando isso de um ponto de vista bem específico, mas sei que vale para o todo. E usando um velho clichê, não tem como nada novo entrar, enquanto não soltamos o velho.
Por isso hoje, aqui, às 7 da manhã de uma sexta-feira, eu faço um exercício de desapego. De soltar. As amarras do passado, as boas histórias. Solto o que já foi bom porque foi no tempo certo do que precisava ser. Perdoo as pessoas que não souberam caminhar na mesma velocidade que eu ou que simplesmente pegaram outros caminhos ou até atalhos. Perdoo o fato de eu ter demorado tanto para perceber que, simplesmente, as coisas mudam. Perdoo o Universo por ter girado a sua roda e feito com que algumas coisas chegassem aonde chegaram.
A vida é isso. A morte, a única certeza de tudo, nos mostra isso. Que existem várias mortes na nossa existência e não, não são as fases mais legais das nossas vidas, mas que é preciso deixar que elas acontecam. E mais do que compreender, é aceitar que existem coisas que você não vai mudar nunca, não adianta. Que são os caminhos de outras pessoas que, por mais que você ame, não tem como nem ajudar, na maioria das vezes.
E aproveitando o meu alvará de soltura, vou soltar o juramento de "na alegria e na tristeza" que fiz com algumas pessoas. Um juramento secreto, só meu, de sempre estar lá e ajudar no que fosse preciso. Não é possível isso. Isso é pretenção e vaidade minha. E a melhor parte do que eu solto em mim é essa vaidade. A vaidade de ter algumas "metas" atingidas, a vaidade de mostrar para os outros como eu sou uma pessoa bacana que "tem" isso ou aquilo. Porque, de fato, não há nada a não ser nós mesmos. A não ser eu aqui, sozinha nessa cama quentinha, escrevendo sobre algo que, quando eu começei, nem sabia aonde iria dar.
Sou uma mulher diferente agora. Sem mágoas, sem amarras, pronta para as novas experiências da vida. Novas experiências que, com o tempo, vão envelhecer e precisarão ser trocadas. Não, não é cruel a troca, cruel é não saber a hora certa de fazer isso.
Obrigada ao Universo pelos toques (literalmente, de celular). Não vou mais deixar nada, nada, me incomodar tanto. Por enquanto!

30 de jun. de 2011

Dia de diva vermelha



Se tem uma coisa que eu AMO é a cor vermelha. Totalmente relacionada à minha personalidade. Eu sou dragão de fogo no signo chinês, Áries na astrologia e totalmente energética. Essa cor então, praticamente me traduz.
Meu carro é vermelho e o novo, que eu estou de olho, também. AMO batom vermelho! Bem Dita Von Teese e uso no dia a dia mesmo (aliás, dica, os homens ficam malucos quando eu saio de batom vermelho, é sucesso na certa). É uma cor sexy, quente, que mostra que você não tem medo de ser quem você é e que gosta, sim, de chamar bem a atenção.
Claro, como tudo na vida precisa de parcimônia. Não adianta deitar o vermelho dos pés à cabeça (a não ser que você seja muito fashionista e não ligue de te chamarem de absorvente usado ou qualquer belezura destas). Um detalhe vermelho também é muito legal. Experimente um look todo preto ou todo nude, e um sapato vermelho. A minha nova paixão são as sapatilhas vermelhas, que quebram um pouco aquele dia em que você não está a fim de exagerar na produção, mas quer manter uma informação de moda.


Então, mãos à obra! Desperte o vermelho que há dentro de você: sua energia, sua força, seu poder. Tenho certeza de que você não irá se arrepender.

28 de jun. de 2011

Dica de leitura


Este livro é fruto de uma comovente experiência humana. Sua autora, Catherine Ponder, conta como, numa época em que passava por maiores dificuldades, tanto financeiras como emocionais, tomou conhecimento da força do pensamento como meio de êxito ou fracasso, sendo este basicamente resultado de um pensamento negativo.
Existe já uma vasta literatura sobre a força do pensamento positivo, mas nenhum livro como este, que mostra de forma singela e clara como usar as leis dinâmicas da prosperidade e desenvolver a força do pensamento promissor, corretamente, para transpor obstáculos que se oponham ao êxito ou qualquer de nossos objetivos

24 de jun. de 2011

O Segredo para viver mais


Se alguém perguntar qual é o caminho da longevidade, a maioria das pessoas vai responder que é a felicidade, o otimismo, os hábitos saudáveis e até a genética. Tudo isso ajuda, mas um estudo conduzido por dois professores de psicologia americanos mostrou que, se pudesse ser revelada em uma palavra, a chave para uma vida mais longa seria a consciência. "É essa característica que leva você a procurar uma vida mais saudável e encontrar um caminho para um casamento feliz, amizades mais sólidas e melhores relações profissionais", fala Howard Friedman, um dos autores do estudo que resultou no livro The Longevity Project (O projeto longevidade, sem edição em português). "Não é a felicidade sozinha, mas a noção de ser dona da própria vida e estar satisfeita com ela que prolonga seus anos de vida"

Nota publicada na Revist Boa Forma - junho/11

Livro sobre Plus Size


Eu acho assim, oh..dá pra ser feliz de qualquer maneira. A gente é que encana com as coisas, com as situações e fica achando que tem que ser assim ou assado para ser feliz. Evoluir, todo mundo evolui. Muda coisas que, em deteminado momento, não tem mais a ver com a gente. Mas ser infeliz uma vida inteira por conta da tal "briga com a balança"? Oi?
Me digam uma coisa só: de que briga você saiu realmente vitoriosa? Na vida, em qualquer lugar. Briga é briga, gente, é sempre ruim. Mesmo quando a gente ganha a briga, a gente perde. Ninguém volta pra casa feliz de ter dado um tapa da cara de quem quer que seja, porque não é legal. O legal é resolver as coisas, na conversa, no papo, sem chegar a briga. Então porque você tem que brigar com a porcaria da balança, acha mesmo que vai ganhar isso? Oi? De novo.
Aí vem a Nelma Penteado e lança até um livro sobre isso. Ela, uma moça bem magra, mas que entende a mulher como um todo em todos os seus possíveis universos. Eu AINDA não li, mas está bem aqui na minha lista. Vou comprar! Depois eu falo se gostei. Mas acho que já valeu pela iniciativa.

AleGGria – Linda, gostosa, amada, poderosa e muito feliz com o peso que você tem
Autora: Nelma Penteado
Editora: Matrix
219 páginas
R$ 34,90

21 de jun. de 2011

Novidades


Coisa mais fofa da tia essa coleção de organizadores novos da Chanel (nada mais, nada menos). Tem necessarie para maquiagem, porta moedas, chaveiros e até capa para IPad. Tudo combinandinho com as bolsas 2.55! Não é o máximo?










E como coisa boa sempre vem junto, acaba de chegar ao Brasil a coleção de bolsas da linha Sex and the City (sim, o seriado mara com Carrie Bradshaw e companhia, que eu simplesmente elegi o seriado da minha vida). Claro que vou atrás de uma, de preferencia esta primeira, que eu amei!

18 de jun. de 2011

Quantos anos você tem?

Sempre ouvi aquele pessoal mais velho dizer a velha frase no dia do seu aniversário: saúde viu, que é a única coisa que realmente interessa. Eu sempre discordei! Claro que existem outras coisas melhores do que saúde, eu pensava. Tolinha. Tão ingênua e arrogante.
Depois dos 35 as coisas ficam diferentes. Não tem nada a ver com estar velha, mas com ter passado por mais coisas na vida, só isso. Não acredito nessa coisa que envelhecer é sinônimo de ficar mal, doente e debilitado, muito pelo contrário. O mundo está cheio de gente com mais de 80, 90, 100 anos e ótima. Vide Oscar Niemayer, com 102, fazendo tudo o que muitos garotos não tem mais coragem de fazer.
A velhice mudou. A idade adulta, a adolescência, tudo foi junto. Como dizer "crise de meia idade" para uma pessoa de 40 anos se, aos 40, nem é mais meia idade. A meia idade foi parar nos 50, o que antes era visto como uma prévia da terceira idade. Meu pai tem 64. Ele entra na fila de idosos do banco e todo mundo olha para ele torto. Já pediram até a identidade, porque ele simplesmente não tem nada a ver com a imagem de uma pessoa de 60 e poucos anos que ainda existe no nosso inconsciente coletivo.
Para mim, concordo com Luis Gasparetto, quando ele diz que fica velho quem não permite mudar. Mudar tudo, principalmente o seu pensamento. Outro dia o Willian Bonner disse no Twitter que estava escutando uma música eletrônica, e foi bombardeado porque todos achavam que ele só gostava de Bach e Wagner depois de "certa idade". Mas ele é que está certo, porque ele não vai envelhecer mal. Vejam aquelas pessoas de 100 e poucos anos espalhadas pelo mundo. Já pensou nas coisas que elas já viram, já ouviram? Todas as pessoas que fizeram parte da sua juventude estão mortas. Já perderam até filhos, netos, tudo mais mas continuam firmes. Continuam aprendendo com a vida e com as experiências.
Não estou falando só de comprar um IPad e uma calça cenoura, estou falando de deixar o tempo passar. De olhar para os jovens e suas manias esquisitas e achar normal, até aprender alguma coisa com isso. Só envelhecemos quando começamos com aquele discusto babaca de "no meu tempo não era assim não". Quando você diz isso está assinando um atestado de "sou velha e não vou mudar a minha cabeça". Velho é só o que não muda, o que não é usado. São como as coisas, que ficam lá encostadas e ficam velhas e quebradas. Velho é quem se abandona e se torna rígido em suas convicções de que só o passado prestava (porque você acha que as articulações de pessoas mais velhas estão sempre gastas?). Velha é a cabeça.
Ser jovem para sempre é possível pelo simples fato de não existir fim. Não existe fim em nada, nem na morte, que te reaproveita como espírito. Recicla. O mundo é uma grande máquina de reciclagem, a natureza é assim. As empresas são assim com as pessoas e estão aprendendo a ser com seus insumos também. A "onda verde" não é mera coincidência planetária, porque estamos sim aprendendo a viver mais, a reciclar o que não serve, a reaproveitar de uma maneira nova.
A criança interior (divina) é o arquétipo da criatividade. E ela não pode morrer porque é ela que nos faz ver o novo. Mesmo que seja de novo. Que mantém a nossa curiosidade na vida e nas pessoas. Que acha tudo interessante e pensa: legal, dá pra eu usar isso daqui pra frente. E ela não pergunta sua idade porque ela é viva. Ela é a sua vida dentro de você e estará para sempre aí dentro, se você lhe der a voz.
Então, nada de ladainha de "tô velhinha, quero um cobertor". A vida é looooooonga, se concentre nisso. Começe uma coisa nova todos os dias, faça descobertas interessante sobre o mundo ou sobre você mesmo. Principalmente sobre você mesmo. Trabalhe até o dia da sua morte, mesmo que ela só aconteça aos 115 anos. Trabalhar te mantém vivo, saudável, porque trabalho, ao contrário do que todo mundo pensa não é peso, responsabilidade, dor, sofrimento. É sim, pura diversão! Mas isso é assunto para outro artigo, não é mesmo?

17 de jun. de 2011

Semana de moda plus size premia modelo brasileira


Conhecida como a Gisele Bündchen plus size, a modelo carioca Fluvia Lacerda foi eleita pelo Full Figured Fashion Awards - prêmio que elege as melhores marcas e profissionais plus size - como a modelo fotográfica deste ano. Fluvia foi descoberta por acaso nos Estados Unidos, onde estudava inglês.

Em seu terceiro ano, a Full Figured Fashion Week é um evento voltado para a indústria de moda plus size e conta com modelos voluptuosas para mostrar uma moda bem mais real e acessível à grande parte da população, não só americana, mas de vários países. Realizado de 16 a 18 de junho em Nova York, o evento inclui painéis de discussões, encontros, compras, e é claro, a apresentação de coleções voltadas para tamanhos GG (acima do 46 brasileiro).

Fonte:http://gnt.globo.com/Estilo/Noticias/Semana-de-moda-plus-size-premia-modelo-brasileira.shtml

Dica de leitura


Livro nova da minha querida professora Maria Aparecida Martins, pela Editora Vida & Consciência. Aqui ela fala um pouco do seu trabalho com mediunidade, em caráter mais objetivo e sem a influência de religiosidades (e sim de espiritualidade plena, que todo ser humano possúi). Simplesmente maravilhoso e muito, muito fácil de entender coisas que parecem complicadas.

Vendas pelo site: www.vidaeconsciencia.com.br