13 de out. de 2009

Madonna Celebration


A capa show do novo CD da diva. Vim no carro, voltando da praia, ouvindo. É uma coletânia (já publiquei as músicas aqui) mas é maravilhosa!
Eu decidi a minha nova tatto, que eu estava pensando há meses...
Mas só conto depois! rs...
Beijos

Este anel que saiu na Elle é simplesmente divino. Amei o sapinho...nem pergunte o preço porque é da Natan! Mas é lindíssimo..é tão Andrea isso!!

12 de out. de 2009

Motivação

Ela precisou chegar aos 140 quilos para decidir mudar de vida e recuperar as medidas que tinha antes de casar. Sozinha, colocou em prática tudo o que sempre soube: reduziu as porções no prato, substituiu fritura por verdura e deixou o doce para momentos de festa. Em um ano e meio, alcançou o corpo dos sonhos. Inspire-se nessa história e vá à luta você também!
Antes: acomodada
“Tinha 140 quilos, usava manequim 58 e – acredite – não me achava gorda! Na verdade, me enganava e, sem perceber, mentia para mim mesma. Olhava para o ponteiro da balança e pensava: tenho ossos largos e fortes, sou uma mulher alta e grande, é por isso que estou tão pesada. Estava obesa e não me dava conta. Fiquei quatro anos assim.”
Casamento + gravidez = 40 quilos
“Quando casei, pesava 70 quilos. Em três meses, engordei 10. O casamento mexeu demais com a minha estabilidade emocional. De repente, saí da tranquilidade da casa dos meus pais e me vi sozinha com várias responsabilidades, precisando cuidar de um lar e um marido. Fiquei angustiada, comecei a comer demais. Antes de completar um ano de casada, engravidei. Aí exagerei nas refeições e dormi além da conta. Resultado: ganhei 30 quilos!”
Quatro pastéis antes do almoço
“Nem preciso dizer que não emagreci quase nada depois da gestação. Pelo contrário, continuei engordando. Às terças, havia feira livre na porta da minha casa. Comia quatro pastéis antes de almoçar. Era um ritual sagrado. E quem disse que isso tirava o meu apetite na hora da refeição...”
Sobremesas de todos os tipos
“Do mesmo jeito que abusava de salgado, extrapolava no doce. Quando sentia vontade de comer chocolate, não pegava um bombonzinho, atacava a caixa inteira. Em casa, sempre tinha bolo, pudim, sorvete, musse... Adorava ter opções de guloseimas na geladeira. Além disso, era cliente assídua da padaria. Toda tarde passava e comprava diversos pãezinhos doces. Devorava todos, não sobrava um sequer para contar a história.”
Milagre não existe!
“Rejeitava a ideia de fazer dieta ou qualquer outro esforço para perder peso. Vira e mexe aparecia uma amiga indicando um desses médicos que receitam fórmulas especiais. Fiz algumas tentativas, com remédios diferentes. No primeiro mês, até que perdia uns quilinhos, mas em pouco tempo recuperava tudo e engordava mais um pouco. Não deu certo.”
O dia em que me vi obesa
“Meu filho tinha 3 anos e engravidei novamente. Foi aí que alcancei meu peso máximo. Bati nos 140 quilos. Quando o bebê havia acabado de completar 1 mês, olhei no espelho e vi o que relutava em enxergar: uma mulher muito, muito acima do peso. Busquei alguma referência daquela Kelly bonita de antes do casamento e não encontrei. Entrei em desespero. Fiquei triste e magoada por ter passado tantos anos sem perceber isso. Por que será que nenhuma amiga me pegou pelo braço e mostrou para mim que eu estava horrorosa e gigante? Por outro lado, se alguém tivesse falado, será que eu teria escutado?”
Depois: uma nova mulher
Plano de ação
“Então, decidi emagrecer. No fundo, sabia o que deveria fazer. Eu comia mal e em excesso. Reduzir as porções, cortar as frituras e as sobremesas do cardápio seria um bom começo. Fiz isso. No dia seguinte, fui à feira e não parei na barraca de pastel, me dirigi direto à banca de frutas. Também comprei algumas verduras e legumes. Alterei o meu cardápio baseada em tudo o que já tinha lido na BOA FORMA.”
Mudança radical
“Desde o dia em que me enxerguei gorda, nunca mais entrei na padaria para comprar pão doce, tirei o chocolate de casa e passei a comer menos. Como sentia muita fome, me alimentava a cada duas horas. Assim, mastigava o dia inteiro, mas dando preferência a alimentos saudáveis. Isso ajudou a controlar a ansiedade e o apetite. Ao final do primeiro mês, emagreci 16 quilos. O resultado do meu esforço me deixou bastante animada.”
Virei minha melhor amiga
“Nos meses seguintes, continuei firme e forte no meu propósito. Queria chegar aos 70 quilos e não podia desistir. Resolvi me matricular na academia e apostei em aulas de natação e hidroginástica para acelerar o emagrecimento. Fui me sentindo mais empolgada com a minha capacidade de controlar a vida e o corpo. Apesar disso, encarava um teste a cada fim de semana. Afinal, as confraternizações sempre acontecem ao redor de uma mesa e tudo parece ir contra o propósito de perder peso. Para não abusar aos sábados e domingos, firmei um pacto comigo mesma: estar mais magra na segunda-feira. Pode parecer bobagem, mas isso me deu muita força para resistir às tentações. Nessa época, também tive a ideia de montar um blog. Assim, passei a ter compromisso com outras pessoas.”
Retoques finais
“Ao alcançar 90 quilos, investi na malhação. Comecei a caminhar na esteira, fazer musculação e sessões de spinning. Perdi mais 10 quilos, estava quase na reta final. Então, fiz uma plástica no abdômen. Tinha eliminado bastante peso, havia excesso de pele. Depois de um tempo, também coloquei próteses de silicone. De certa maneira, precisava coroar o meu esforço e os seios novos levantaram ainda mais a autoestima. Hoje, sinto muito orgulho da minha conquista. No total, eliminei 75 quilos. Sei o quanto foi difícil, mas consegui. E se eu consegui, você também pode chegar lá!”

Fonte: Revista Boa Forma

10 de out. de 2009

Dica de leitura



"Emagrecedo pelo poder do espírito" - Lucia Capodilupo - Editora Cultrix


Ano após ano, as pessoas são bombardeadas por uma variedade cada vez maior de regimes alimentares e programas de exercícios para emagrecer. Em geral, os resultados desses programas são apenas temporários. Por que tantas pessoas que seguem à risca esses métodos de emagrecimento acabam engordando novamente? Este livro apresenta um plano de emagrecimento que funcionou para a autora e seus clientes. Ele ajudará a usar recursos espirituais para mudar a filosofia de vida, modo de pensar, a imagem que se tem do corpo e hábitos alimentares.

Esmaltes divinos

E em plena sexta-feira resolvi me aventurar na Ikesaki da Liberdade, aqui em Sampa, o paraíso! Sim, deve ter uma Ikesaki no paraíso, tenho certeza disso. Fui só pra comprar o único adesivo de tirar cravos do nariz que eu já vi funcionar na vida e acabei me acabando nos lançamentos uber da primavera-verão em esmaltes. Aqui estou com o famoso Menta da Risqué, que "imita" aqueeeele famoso da Channel, por R$ 1,53. Também achei o Arábia, que é uma criação das cores do Reinaldo Lourenço, o Rosa Chiclete, um pink divino da Colorama. E outro da Colorama, o Atrevida, no tamanho exato das cores fluor do verão! Que delícia!!!! Vou colocando aqui as unhas com eles...depois me digam se gostaram!


Achados

Amei este sapato que pode tirar e colocar o salto. Não sei se é confortável e o design também não é dos melhores. Sei lá, teria medo que isso caisse...mas valeu pela idéia.E amei estes anéia báaaaaaasicos que custam em torno de 22 mil. Cheio de pedras coloridas é o sonho de consumo de qualquer garota-diva-it! Adoro! Fiquei rosa...chiclete!!!


7 de out. de 2009

Dias de faxinas...



O meu final de semana, e até estes dias, foram de pura faxina. Tirei um monte de coisas velhas dos armários. Joguei fora anos e anos de diários, recordações, cartas, livros, músicas, foras de namorados, peso a mais que eu estava carregando comigo. Ficou tudo lá, naqueles sacos pretos de lixo, lotados de poeira e papel. Foi tudo embora.

Coisas que eu guardava e nem sabia o porquê! Isso faz um mal danado, porque acabamos nos apegando demais ao passado. Do passado eu só guardo duas coisas: boas lembranças e bons aprendizados. O resto não levarei comigo pro túmulo mesmo. Guardei algumas fotos, claro, meus álbuns de formatura e mais algumas coisas das quais só vou me livrar quando estiver no caixão, bem velhinha, e não lembrar de mais nada. Ou me lembrar de tudo,como fazem os velhinhos. Mas agora, hoje, Andrea, 33 anos, saudável, linda e feliz, só quero páginas em branco. Páginas e páginas onde eu possa escrever a minha história daqui para frente. Principalmente, escrever a minha história no hoje, no agora, neste minuto em que estou sentada aqui na frente deste note, digitando palavras que saem da minha cabeça, esperando a próxima paciente aparecer. Quero um consultório lotado, uma conta bancária lotada. Quero amigos novos e passados, quero compreensão, autoestima, bem viver. Quero ginástica, comida só se for saudável, amigos idem! quero amores idem também! Só amores saudáveis, mesmo que durem só um segundo.

Estou me sentindo assim...leve, num vestido de um tecido fluído em tons de roxo que comprei na Renner (eita, me achei na Renner agora). Pensando na minha viagem para Maceió no final do ano, ficando ansiosa por ela!! Que delícia!!! Pensando em Natal, em comprinhas de presentes, na linha Milk nova do Boticário que é fofa! Pensando em mim...no que eu tenho hoje! Sonhos são para serem sonhados. À noite. Deitada confortavelmente na minha cama. Os outros eu só deixo acontecerem!!!

5 de out. de 2009

M.A.C


Gente, e não é que a MAC vai vender online, olha que mara isso! Uma parceria com a Sacks e o povus de outras regiões do Brasil já podem comprar. É bom também para as paulistanas doidad no Ruby Woo que nunca mais apareceu nas lojas, e que também nem tem no site...mas corre...como me disse o Rodrigo, vendedor da MAC Morumbi "se tem alguma coisa super legal da MAC leva na hora, senão nunca mais..." - lição aprendida Ro!

Acesse aqui!

3 de out. de 2009

Fotos











Esqueci de postar as fotos que fiz no estúdio. Então aqui estão algumas...amei o resultado!




2 de out. de 2009

Colisões


Tirei isso do livro do Gasparetto "Você é seu carro" para perceber o porquê da minha batida:
"Bater o carro tem o significado de agressão e sofrer uma colisão quando não se é o responsável é se deixar agredir.
(...)
Batida traseira com o carro parado é pegar carga dos outros, pegar o problema de alguém, se deixar abalar com o problema de alguém. A pessoa é destrambelhada, problemática, agressiva e cai em cima de você e você deixa, quando tem condições de tirar de letra as aporrinhações dela.
Quando a batida é na parte traseira, é ser chocado por alguma coisa que joga em cima de você um monte de agressividade e você pega. Vamos imaginar que o que bateu é um caminhão, ou seja, algo grande. É só olhar à sua volta que você vai perceber quem está fazendo isso e você está deixando. O outro joga tudo em cima e infelizmente você pega e se ofende quando está acostumado a saber que ele é chegado em fazer dramas, é dramático."